Em resumo…
O Black Hawk autônomo demonstra que uma parcela importante da transformação tecnológica da aviação militar poderá ocorrer pela incorporação de inteligência e automação a aeronaves já existentes. A tecnologia avançou significativamente, mas sua adoção operacional dependerá de avaliações rigorosas de segurança, confiabilidade e integração.
Para o Brasil, a questão estratégica não está necessariamente em substituir pilotos por algoritmos, mas em desenvolver competências que permitam acompanhar essa evolução e aproveitar suas oportunidades industriais.
O futuro da aviação militar talvez não seja definido apenas por aeronaves que voam sem pilotos, mas por plataformas capazes de decidir, dentro de limites estabelecidos pelos humanos, como executar suas missões.
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Boa leitura!