A Noruega está considerando abrir seu fundo soberano de US$ 2,3 trilhões para grandes empresas de defesa.
Um dos países mais associados a critérios rigorosos de investimento responsável começa a rever restrições que afastavam fabricantes como Airbus, Boeing, BAE Systems e Lockheed Martin de sua carteira.
Não é apenas uma mudança de investimento. Pode ser um sinal de que a própria percepção do setor de defesa está mudando entre os grandes investidores institucionais.
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