A General Atomics avança na produção do FQ-42 Vengeance, sinalizando uma transformação que vai muito além da inteligência artificial e dos caças sem pilotos.
A questão estratégica já não é apenas desenvolver aeronaves autônomas, mas produzi-las, integrá-las e sustentá-las em escala.
Estaremos diante de uma nova economia do poder aéreo? Leia no InvestDefesa...
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Boa leitura!

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